Por acaso é mais resfriado no fim-de-semana, o que resultou numa valente constipação, ihihih. Começando pelo início, o meu cunhado foi operado a semana passada, o Gonçalo continuou com o mesmo horário de trabalho e ao fim do dia ia dar uma ajudinha à minha cunhada para ela ir com os meninos visitar o marido/pai. O Alexandre está naquela fase das birras e amuos por tudo e por nada e não queria ir visitar o pai, queria porque queria ficar comigo. Então fiz um acordo com ele, se ele fosse todos os dias visitar o pai, que quando o pai viesse do hospital ele ia jantar a minha casa, e ele lá aceitou e ficou o prometido. Nem queria acreditar quando em conversa no sábado ele disse que ia jantar e dormir a minha casa, note-se que ele dizia sempre que não ia dormir a minha casa, só dormia na dele. Ninguém desde a minha cunhada até nós e passando pela avó se acreditava que ele dormiria em nossa casa. No sábado lá foi com o Gonçalo de mala aviada, fomos jantar fora e buscar o Pedro, fartaram-se de brincar os dois. Na hora de dormir fomos todos para o quarto e eu com a minha voz linda que Deus me deu (para escrever à máquina) comecei a cantar para adormecer o Pedro e não é que em cinco minutos tinha os homens todos a dormir?! Restou-me deitar o Pedro no berço e pegar na minha almofada e pirar-me para o sofá, sim porque o Gonçalo e o Alexandre tomaram conta da cama. No domingo fomos tomar pequeno-almoço à “Vó São e ao Vô Nano”, e arrancamos para um dia bem passado na Bracalândia. Chegamos ao final do dia esgotados, mas os miúdos ainda continuariam se os deixássemos, as pilhas deles nunca acabam. Não houve um carrossel que não tivéssemos andado éramos ao todo 12 pessoas entre adultos e crianças, os adultos pareciam crianças até de cavalinhos andamos, eheheh, o problema foi mesmo a constipação que eu e o Gonçalo apanhamos, mas nada que não se cure.
Com medo de voar - Classificados
Às vezes, é tarde demais para seguir em frente
Às vezes, é cedo demais para voltar atrás
E o tempo também é inverso à nossa vontade
E às tantas o que nos atrai já não é verdade
Porque é fácil não estar no lugar marcado
E é tão fácil seguir o caminho errado
Às vezes eu não salto, com medo de voar
Às vezes eu não sonho, com medo de acordar.
Às vezes eu não canto, com medo de me ouvir
Às vezes eu entendo, que é apenas um momento
E o melhor há-de vir… (bis)
Hoje quero deixar umas palavras a um amigo. Ontem soube que ele ficou cego de uma das vistas e a outra ainda não se tem certeza, mas provavelmente terá o mesmo desfecho.
Lamento muito o que te aconteceu, imagino o que estás a sofrer. Mas lembraste do que me disseste um dia? Disseste-me que a vida continua e é isso mesmo, a vida continua.
Neste momento mostra o homem que és e luta, nada é irremediável. Luta para afastar esta fase menos boa e procura novos projectos, sei que vais conseguir, faz isso pela Ana, pelo teu filho, pelos teus pais e irmãos, mas fá-lo principalmente por ti. Beijinhos e muita força.
Querida Amiga
Em Setembro de 2006, deixei um post no meu blog, referindo a tristeza que sentia por ti, pelo teu sofrimento.
Nunca estive como tu e desejo de todo o coração nunca passar por tal sofrimento.
A infertilidade dói muito, mas perder um filho deve doer muitíssimo mais.
Sempre foste um exemplo para mim, sempre que posso vou ao teu blog saber de novidades e sempre acreditei que um dia o teu sonho se ia tornar realidade.
Quando vi os teus últimos post's pensei sempre que era gravidez ou então a adopção a concretizar-se e hoje fiquei extremamente feliz ao saber que estás grávida.
Daí este post, um dia escrevi pelo teu sofrimento, hoje escrevo pela tua alegria que me preenche todo o coração.
Mais uma vez Parabéns Amiga e sim desta vez vais ter o teu filho vivo nos braços.
Recebe mil beijos meus cheios de alegria por ti.
Bom dia Tânia.
Muito obrigada pelas suas palavras.
De facto o que eu mais queria ainda não se realizou, quem sabe um dia não terei uma surpresa.
A esperança é a última a morrer, aprendi a viver a dois sem um filho, mas sinto sempre a esperança que esse sonho se vai realizar, quem sabe?!
Hoje posso dizer que me sinto bem, em paz e muito feliz, sem o peso e a angustia dos tratamentos e aquela mistura de sentimentos com que por vezes não sabia como lidar.
Graças a Deus e à minha familia consegui superar esta dor. Ainda dói, mas já não tanto. Isso vê-se pelo meu blog, um bocadinho esquecido.
Mais uma vez obrigada pelas suas palavra e continue a visitar-me, muitas felicidades para si.
O meu Pedrocas já canta - "Pin Doce, ven tá!!!!"
Ehehehe, o nosso menino está tão lindo e esperto.
Eu sei, eu sei, é só babaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

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